Gaúcho: Ex-Ponte Preta, meia do Juventude comenta parada: 'O ritmo muda muito'

"Estamos dando nosso máximo para não perder tanto a parte aeróbica, contando com o apoio do clube", disse Renato Cajá

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"Estamos dando nosso máximo para não perder tanto a parte aeróbica, contando com o apoio do clube", disse Renato Cajá

Caxias do Sul, RS, 27 (AFI) - Em meio ao caos que o mundo vive atualmente, os jogadores tentam manter o ritmo e físico em casa, com treinos específicos. Renato Cajá se lesionou e tinha voltado a jogar pelo Juventude há pouco tempo, mas, por conta da pandemia de coronavírus, não será possível dar sequência.

O meia revela que o ritmo de treino é completamente diferente, a estrutura também, mas é necessário manter as atividades com o que é possível neste momento. Além disso, afirma que o clube se comunica com os jogadores diariamente para passar a rotina estabelecida.

"O ritmo muda muito, porque você sai de uma rotina forte de treino e se vê em casa, sem estrutura para fazer o que faz no CT normalmente. Estamos dando nosso máximo para não perder tanto a parte aeróbica, contando com o apoio do clube, que nos passa exercícios diários para fazer e buscamos manter o ritmo para voltar bem quando tudo isso acabar", disse.

Renato Cajá
Renato Cajá
Apesar de sentir a diferença negativamente, o meio-campista ressalta a importância da decisão tomada pela CBF e federações em suspender as competições porque acredita que seria mais fácil para se espalhar nos estádios. Além disso, afirma que é necessário tomar todos os cuidados e crê em mais união na sociedade com tudo que vem acontecendo.

"Sem dúvidas, acertaram em paralisar, porque ia se alastrar bem mais rápido nos estádios e a situação estaria ainda pior. É uma pandemia que alcançou o mundo inteiro e está acabando com vidas, então temos que tomar todo cuidado, se prevenir para evitar o aumento do contágio. Também acho que quando tudo isso passar voltaremos mais fortes como família, sociedade, acho que estaremos mais unidos mesmo", encerrou.