Paulistão: Bola aérea/parada vira tormento para defesa do Guarani; veja números

Bugre sofreu cinco dos seis gols até aqui nesse tipo de lance nas primeiras rodadas do Estadual

por Lucas Rossafa

Campinas, SP, 18 (AFI) - Dois lances em específico tornaram-se um verdade tormento ao sistema defensivo do Guarani neste início do Campeonato Paulista.

Afinal, cinco dos seis gols sofridos pelo Bugre na temporada tiveram origem de bola aérea ou parada, isto é, equivalente a 83,3%.

A exceção foi no empate diante do Oeste, em chute de fora da área do lateral-direito Éder Sciola, marcando falha grotesca do goleiro Jefferson Paulino, na Arena Barueri.

Bola aérea/parada vira tormento para defesa do Guarani no Paulistão - Marcos Freitas / Agência Mirassol
Bola aérea/parada vira tormento para defesa do Guarani no Paulistão
Nas demais situações, Alviverde voltou a sofrer nesses tipos de lance - foi assim com Arthur Gomes (Santos), Pablo (contra), Luiz Otávio (Mirassol), Ramón (Santo André) e Bruno Aguiar (Novorizontino).

"A gente tem trabalhado constantemente. Já tomamos, se não me engano, três gols de bola parada. Então temos que achar solução", declarou o zagueiro Bruno Silva, em entrevista coletiva.

"Estamos marcando bem, mas na segunda bola ali contra o Santo André, para mim, foi numa raspada. Na segunda bola, o cara fez o gol. No sábado, de novo. Jefferson fez defesa e o cara, na segunda bola, fez o gol", emendou.

E AGORA?

Ainda líder, mas sem a ‘gordura’ dentro do G2, o Guarani volta a campo na quinta-feira, quando visita o Palmeiras, quinta-feira, 20 de fevereiro, às 21h30, no Allianz Parques.

O time campineiro ocupa a primeira colocação do Grupo D com nove pontos, um de vantagem em relação a Corinthians e Red Bull Bragantino.